Um vendaval de tristeza me amedronta, estava certa de que os
raios do sol que me esquentavam com o maior fervor não iriam me
deixar, ainda mais assim, de repente. Um aperto em meu peito
permanece, imensa vontade de chorar, mas não o consigo! Minha mente
ainda não se deu conta do estrago que o vendaval causou ao meu
coração. Tento, e tento me desviar, me esconder desse forte vento,
mas com certeza mais ferida sairei. Pode até ser que os raios não
retornem a aquecer meu coração, mas sem dúvida alguma ele nunca
esquecerá daquilo que tanto o fez pulsar de euforia, chorar de
emoção e amar de verdade.
Renata Perin
Amor perdido ? }~ (amor) escrito em domingo 01 março 2009 06:34
Prêmio Amigos da Net - escrito em quarta 25 fevereiro 2009 18:00
Esse prêmio me foi concebido por duas grandes blogueiras, Bec e SrtªMädchen Rock ;
Trata-se de um presente para blogs
que
transmitem mensagens de otimismo,
incentivo, amor e carinho!!!
15 blogs que transmitem estes
1-deve exibir a imagem do selo no seu blog
o prêmio.

Tdin novo :) (emo) escrito em quarta 18 fevereiro 2009 18:43
~{ Vida morta (tristeza) escrito em sexta 13 fevereiro 2009 14:41
Angustia extrema percorre pelo meu coração , dói, sufoca-me, ânsia de chorar, aperto no peito, mãos suadas, trêmulas, num compasso idêntico com que minhas pernas que estremecem, meus olhos percorrem todos ângulos, procurando uma saída. Melodias calmas, tristes se infiltram em minha audição, ao ouví-las tensa fico, garganta seca, narinas contraem-se, olhos piscam como dois vagalumes, enchem-se de lágrimas, tento me conter, impossível, sinto meu sorriso irônico inundar-se de um oceano de aflição, tristeza, sofrimento, dor...
As mesmas mãos trêmulas afagam meu rosto, como num terno abraço, tentando acalmar minhas lágrimas, as quais insistem em navegar emmeu rosto, coração acelerado, soluços alterados preenchem o silêncio da escuridão que me embala nesse mar de lágrimas. Um vento frio desliza pormeu corpo, arrepio-me, um medo me alimenta. Deito-me, fecho-me os olhos que continuam como cascatas de água salgada passando por meu rosto e mãos, as quais minha face repousa. Durmo num sono profundo, o qual nunca acordarei, nem com um amável beijo de um príncipe. Dançarei e embriagarei-me eternamente na dura e fria vida.
~{ Renata Perin
} ~ (tristeza) escrito em sexta 06 fevereiro 2009 01:19
Seguindo direto a tua vida estou, desviando obstáculos que repentinamente me aparecem, como um propósito da vida, para afastar-me da mais indecifrável poesia! Paro de fronte a elas, olho, analizo, e percorro por outro lado. Um som exaustivo se pronuncia as minhas costas, desvio a minha atenção para o barulho, ainda caminhando anciosa, me debato em algo a minha frente, que num mero instante me apareceu, logo sumiu!
Debruço-me sobre minhas pernas, um choro extremamente estridente se propaga esse vazio finito. Lágrimas, soluços, gritos anunciam o começo de minha dor, sofrimento, luta por esse sentimento. Ferida, me levanto, cambaleando, olhando fizamente para frente, avistando o começo da tua vida. Em mim uma onda de afliçao me preenche ao ver sua vida distanciando-se da minha. Corro, e por mais rápido que eu o faça vejo você longe de meus braços. Sinto como se eu estivesse correndo contra a correnteza, tetando pular de um edifício na intenção de sair voando, caminhando sobre a água, coisas as quais são impossíveis. Cansei! Se de mim sentes algo, esperarei aqui, no mesmo lugar onde me achastes, onde eu me achei.
~{ Renata Perin

